Olá pessoal, ontem foi a segunda edição do psf, foi muito bacana, vamos lá, compareçam e juntem-se a nós.
Olá pessoal, depois de um tempo de recesso o pedal sem fome retorna no próximo dia 02/03, com toda força, vamos mobilizar todos os membros e colaboradores para podermos fazer uma volta muito legal, espero que todos possam ir, para que possamos levar aquela alegria para para nossos irmãos que com certeza estão sentindo nossa falta, e para que nossas segundas voltem a ter uma razão maior. até lá!
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Sonho da Amma

“Todos no mundo deveriam poder dormir sem medo, pelo menos por uma noite.
Todos deveriam poder saciar sua fome, pelo menos por um dia.
Deveria haver pelo menos um dia onde os hospitais não admitissem alguém vítima de violência.
Fazendo trabalho voluntário por pelo menos um dia, todos ajudariam os pobres e necessitados.
A oração da Amma é para que este pequeno sonho seja realizado.”
Mata Amritanandamayi
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- psf no Beto carreiro word
- psf no corcovado
- Já na volta.
Essas fotos mostram um pouco da diversão do grupo do pedal sem fome, também pedalamos.
segunda feira tem mais pedal, quer comparecer?
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Foto: Rodrigo Ono

Foto: Rodrigo Ono

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Ao visitar em agosto a admirável obra social de Carlinhos Brown, no Candeal, em Salvador, ouvi-o contar que na infância, vivida ali na pobreza, ele não conheceu a fome. Havia sempre um pouco de farinha, feijão, frutas e hortaliças.
“Quem trouxe a fome foi a geladeira”, disse.
O eletrodoméstico impôs à família a necessidade do supérfluo: refrigerantes, sorvetes etc. A economia de mercado, centrada no lucro e não nos direitos da população, nos submete ao consumo de símbolos. O valor simbólico da mercadoria figura acima de sua utilidade. Assim, a fome a que se refere Carlinhos Brown é inelutavelmente insaciável.
É próprio do humano – e nisso também nos diferenciamos dos animais – manipular o alimento que ingere. A refeição exige preparo, criatividade, e a cozinha é laboratório culinário, como a mesa é missa, no sentido litúrgico.
A ingestão de alimentos por um gato ou cachorro é um atavismo desprovido de arte. Entre humanos, comer exige um mínimo de cerimônia: sentar à mesa coberta pela toalha, usar talheres, apresentar os pratos com esmero e, sobretudo, desfrutar da companhia de outros comensais.
Trata-se de um ritual que possui rubricas indeléveis. Parece-me desumano comer de pé ou sozinho, retirando o alimento diretamente da panela.
Marx já havia se dado conta do peso da geladeira.
Nos “Manuscritos econômicos e filosóficos” (1844), ele constata que “o valor que cada um possui aos olhos do outro é o valor de seus respectivos bens. Portanto, em si o homem não tem valor para nós”.
O capitalismo de tal modo desumaniza que já não somos apenas consumidores, somos também consumidos. As mercadorias que me revestem e os bens simbólicos que me cercam é que determinam meu valor social.
Desprovido ou despojado deles, perco o valor, condenado ao mundo ignaro da pobreza e à cultura da exclusão.
Para o povo maori da Nova Zelândia cada coisa, e não apenas as pessoas, tem alma. Em comunidades tradicionais de África também se encontra essa interação matéria-espírito. Ora, se dizem a nós que um aborígine cultua uma árvore ou pedra, um totem ou ave, com certeza faremos um olhar de desdém.
Mas quantos de nós não cultuam o próprio carro, um vinho guardado na adega, uma jóia?
Assim como um objeto se associa ao seu dono nas comunidades tribais, na sociedade de consumo o mesmo ocorre sob a sofisticada égide da grife.
Não se compra um vestido, compra-se um Gaultier; não se adquire um carro, e sim uma Ferrari; não se bebe um vinho, mas um Château Margaux. A roupa pode ser a mais horrorosa possível, porém se traz a assinatura de um famoso estilista a gata borralheira transforma-se em Cinderela…
Somos consumidos pelas mercadorias na medida em que essa cultura neoliberal nos faz acreditar que delas emana uma energia que nos cobre como uma bendita unção, a de que pertencemos ao mundo dos eleitos, dos ricos, do poder. Pois a avassaladora indústria do consumismo imprime aos objetos uma aura, um espírito, que nos transfigura quando neles tocamos. E se somos privados desse privilégio, o sentimento de exclusão causa frustração, depressão, infelicidade.
Não importa que a pessoa seja imbecil. Revestida de objetos cobiçados, é alçada ao altar dos incensados pela inveja alheia. Ela se torna também objeto, confundida com seus apetrechos e tudo mais que carrega nela, mas não é ela: bens, cifrões, cargos etc.
Comércio deriva de “com mercê”, com troca. Hoje as relações de consumo são desprovidas de troca, impessoais, não mais mediatizadas pelas pessoas.
Outrora, a quitanda, o boteco, a mercearia, criavam vínculos entre o vendedor e o comprador, e também constituíam o espaço das relações de vizinhança, como ainda ocorre na feira.
Agora o supermercado suprime a presença humana. Lá está a gôndola abarrotada de produtos sedutoramente embalados. Ali, a frustração da falta de convívio é compensada pelo consumo supérfluo.
“Nada poderia ser maior que a sedução” – diz Jean Baudrillard – “nem mesmo a ordem que a destrói.”
E a sedução ganha seu supremo canal na compra pela internet. Sem sair da cadeira o consumidor faz chegar à sua casa todos os produtos que deseja.
Vou com freqüência a livrarias de shoppings. Ao passar diante das lojas e contemplar os veneráveis objetos de consumo, vendedores se acercam indagando se necessito algo.
“Não, obrigado. Estou apenas fazendo um passeio socrático”, respondo.
Olham-me intrigados.
Então explico: Sócrates era um filósofo grego que viveu séculos antes de Cristo. Também gostava de passear pelas ruas comerciais de Atenas. E, assediado por vendedores como vocês, respondia: “Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz”.
Não sei quem é o autor. Recebi esse texto por e-mail. Logo, infelizmente não posso pôr os créditos do mesmo.
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“Uma bicicletada não só por mais mobilidade no meio urbano, mas também criticando a forma como ele nós é imposto e o modo como ele é constituido/construido. Visando somente os interesses corporativos, comerciais ou estatais, sem qualquer intervenção ou questionamento da população. E, além de tudo, um meio feito principalmente para carros, onde a solução para o número absurdo de automóveis é a construção de mais vias, ruas e estradas, aumentando cada vez mais as distâncias e nos tornando dia após dia mais dependentes do transporte motorizado.”
Apareçam!!!!!!!!
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Fotos: 


